UM NOVO DIÁCONO E UM NOVO LEITOR

O Jorge Fernandes vai ser ordenado diácono no Domingo, 26 de julho, durante a Eucaristia que se vai celebrar na Sé de Leiria, às 16h, sob a presidência do bispo diocesano, D. António Marto. Depois de ter recebido os ministérios de leitor e acólito e de ter terminado a sua formação académica e de Seminário, o Jorge prepara-se agora para receber o primeiro grau do sacramento da Ordem.
Diz ele a este respeito: «Ser ordenado diácono é fruto deste belo tempo de discernimento que foi o caminho em Seminário. Por isso, dou graças a Deus pelo bem que fez e faz em mim, e por tudo o que recebi dos meus formadores e demais amigos e amigas que rezaram para que eu pudesse ser fiel e perseverante na descoberta da vontade de Deus para a minha vida! Ser diácono não é uma promoção ou um estatuto, antes é despojamento e entrega por completo da vida ao Senhor. É, como o Mestre, ser servo, que “veio para servir e não para ser servido”. É estar ao serviço de todos os irmãos na e com a Igreja, para que se manifeste a glória de Deus. Um serviço, que só o é na verdade se tiver o meu coração sintonizado com o coração de Cristo e, deste modo, atento ao bater do coração daqueles que sofrem no mundo.»fb_img_1595068843293
Na mesma celebração, vai ser instituído no ministério de leitor o Micael Ferreira, seminarista que terminou o 4º ano de formação no Seminário. «Ser instituído leitor reveste-se de singular importância neste meu percurso de discernimento vocacional, o qual se traduz num sim que dou ao Senhor a cada dia. É também o primeiro ministério que recebo das mãos do bispo, como sinal da minha entrega e união a ele. O ministério de leitor faz acentuar o compromisso de acolher, meditar e pôr em prática a Palavra de Deus, ou seja, viver sempre mais segundo o Evangelho. Ser leitor também me lança e compromete, de modo especial, a ser mensageiro desta Verdade que é Jesus Cristo, o Verbo de Deus encarnado.»

Acredito que o Senhor me chama

No passado dia 26 de junho, tive a graça de receber a visita do meu bispo, D. António Marto, no Seminário de S. José de Caparide! Ao terminar este ano propedêutico, foi uma graça receber o pastor da minha diocese, aquele que o próprio Deus coloca na sua Igreja para ser exemplo, e, mais que isso, um Pai na fé!unnamed
Nessa visita, pude transmitir ao D. António aquilo que foi a minha experiência neste tempo propedêutico, que se resume àquilo que é a sua proposta fundamental: aprofundar o conhecimento de Deus, da Igreja, dos outros e de si próprio. É também tempo para crescer como homem, Filho de Deus e irmão de todos, para aprofundar a experiência de Deus através da leitura orante da Bíblia, da vida de oração e da liturgia, e para discernir os sinais do chamamento e as condições reais de resposta, com vista à passagem à etapa seguinte. É ainda um tempo muito forte de aprofundamento da vida comunitária, do espírito de comunhão e de serviço. Pude crescer em tudo isto com a graça de Deus e colocando a Eucaristia no centro, como ponto de chegada e de partida da minha vida.
Outra coisa fundamental que pude aprender – apesar de ser um trabalho para a vida inteira – foi a necessidade de uma unidade de vida, em que tudo é espiritual e tudo é para Deus, desde lavar a loiça até jogar futebol. Devemos procurar um equilíbrio entre a vida de serviço e a vida de oração, como partes integrantes de um todo. Aprendi um pouco mais a ser discípulo, com todas as dificuldades que isso traz. Como disse o Sr. D. António nesse mesmo dia, devemos ser “sinal da alegria que brota do anúncio do Evangelho”. unnamed 11
Este foi só o primeiro passo, ainda há muito caminho por descobrir e trilhar. Por isso, apresentei ao Sr. D. António e ao sr. reitor do Seminário de Leiria a decisão de continuar a aprender a ser discípulo do Senhor, agora no Seminário Maior de Cristo Rei dos Olivais.  Em comunhão com a Igreja, na pessoa do Padre Rui de Jesus, responsável pelo tempo propedêutico, acredito que o Senhor me chama a deixar-me habitar sempre pelo Seu Espírito e a configurar-me cada vez mais com Ele.

Miguel Francisco

Sine Dominico non possumus

No ano de 304, durante as perseguições de Diocleciano, um grupo de cristãos, do norte de África, foram surpreendidos a celebrar a Missa numa casa e foram aprisionados. O procônsul romano, no interrogatório, perguntou-lhes por que o fizeram, sabendo que era absolutamente proibido. E eles responderam: «Sem o domingo não podemos viver», que significava: se não podemos celebrar a Eucaristia, não podemos viver, a nossa vida cristã morreria.” (Papa Francisco, Audiência Geral, 8/11/2017)
Durante todo o tempo em que não foram possíveis as celebrações da fé com a presença de fiéis, os sacerdotes residentes no Seminário celebraram diariamente a Eucaristia na capela dos Santos Francisco e Jacinta Marto. De modo especial, recordamos a beleza e a dignidade das celebrações da Semana Santa e do Tríduo Pascal.

20200605_123005Desde a passada segunda-feira, 1 de junho, voltámos a abrir as portas à comunidade, no horário habitual, ou seja, de segunda a sábado, às 12h30. De facto já todos sentíamos falta dos rostos e das vozes que nos habituámos a ver na assembleia e, mais ainda, do testemunho de fé que deixam com a sua participação na Eucaristia.
Dando cumprimento às recomendações da DGS, da CEP e das autoridades diocesanas respeitantes à luta contra a pandemia do COVID-19, podemos acolher 30 pessoas na assembleia.
Como casa de promoção da vocação sacerdotal e de formação para os futuros pastores do Povo de Deus, também assumimos como nosso o ato de fé dos mártires da Abitínia: o Seminário não pode viver sem a Eucaristia!

As palavras da vocação

Queridos irmãos e irmãs!
(…) Depois da multiplicação dos pães (cf. Mt 14, 22-33), que entusiasmou a multidão, Jesus manda os discípulos subir para o barco e seguir à sua frente para a outra margem, enquanto Ele despedia o povo. A imagem desta travessia do lago sugere de algum modo a viagem da nossa existência. De facto, o barco da nossa vida avança lentamente, sempre preocupado à procura dum local afortunado de atracagem, pronto a desafiar os riscos e as conjunturas do mar, mas desejoso também de receber do timoneiro a orientação que o coloque finalmente na rota certa. Às vezes, porém, é possível perder-se, deixar-se cegar pelas ilusões em vez de seguir o farol luminoso que o conduz ao porto seguro, ou ser desafiado pelos ventos contrários das dificuldades, dúvidas e medos.
Assim acontece também no coração dos discípulos, que, chamados a seguir o Mestre de Nazaré, têm de se decidir a passar à outra margem, optando corajosamente por abandonar as próprias seguranças e seguir os passos do Senhor. Esta aventura não é tranquila: cai a noite, sopra o vento contrário, o barco é sacudido pelas ondas, e há o risco de sobrepor-se o medo de falhar e não estar à altura da vocação. (…)

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Assim, a primeira palavra da vocação é gratidão. Navegar pela rota certa não é uma tarefa confiada só aos nossos esforços, nem depende apenas dos percursos que escolhemos fazer. A realização de nós mesmos e dos nossos projetos de vida não é o resultado matemático do que decidimos dentro do nosso «eu» isolado; pelo contrário, trata-se, antes de mais nada, da resposta a uma chamada que nos chega do Alto. (…)
Quando os discípulos veem aproximar-Se Jesus caminhando sobre as águas, começam por pensar que se trata dum fantasma e assustam-se. Mas, Jesus imediatamente os tranquiliza com uma palavra que deve acompanhar sempre a nossa vida e o nosso caminho vocacional: «Coragem! Sou Eu! Não temais!» (Mt 14, 27). Esta é precisamente a segunda palavra que gostaria de vos deixar: coragem. (…) O Senhor sabe que uma opção fundamental de vida – como casar-se ou consagrar-se de forma especial ao seu serviço – exige coragem. Ele conhece os interrogativos, as dúvidas e as dificuldades que agitam o barco do nosso coração e, por isso, nos tranquiliza: «Não tenhas medo! Eu estou contigo». (…)
O Senhor chama-nos, porque nos quer tornar, como Pedro, capazes de «caminhar sobre as águas», isto é, pegar na nossa vida para a colocar ao serviço do Evangelho, nas formas concretas que Ele nos indica cada dia e, de modo especial, nas diferentes formas de vocação laical, presbiteral e de vida consagrada. À semelhança do Apóstolo, porém, sentimos desejo e ardor e, ao mesmo tempo, vemo-nos assinalados por fragilidades e temores. (…)
E então a nossa vida, mesmo no meio das ondas, abre-se ao louvor. Esta é a última palavra da vocação, e pretende ser também o convite a cultivar a atitude interior de Maria Santíssima: agradecida pelo olhar que Deus pousou sobre Ela, superando na fé medos e perturbações, abraçando com coragem a vocação, Ela fez da sua vida um cântico eterno de louvor ao Senhor. (…) Que a Virgem Maria nos acompanhe e interceda por nós.
Papa Francisco

Jorge Fernandes defende tese de mestrado

O seminarista de Leiria-Fátima, Jorge Fernandes, terminou o seu percurso académico com a defesa da dissertação do mestrado integrado em Teologia.
Orientado pelo professor Doutor Jerónimo Trigo, o agora mestre em teologia elaborou a sua tese sobre o seguinte tema: “A MISERICÓRDIA: ATRIBUTO DE DEUS E COMPROMISSO ÉTICO”. Ao longo de 130 páginas de texto, divididas em 5 capítulos, o aluno percorreu o tema da misericórdia, desde o ponto de vista filosófico, bíblico e ético-moral.
Dadas as condicionantes derivadas da pandemia em que nos encontramos, a defesa foi feita por videoconferência, tendo a faculdade permitido aos interessados assistir ao ato. Lido o texto de apresentação, ouvidos os comentários e respondidas as questões, o júri reuniu-se em privado e, passados alguns minutos, deliberou por unanimidade atribuir ao aluno a nota de 17 valores.

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Dizia o Jorge, pouco tempo depois de terminar a sessão: “Bendito seja Deus! Seja a misericórdia a chama que aquece o nosso coração e nos faça instrumentos da misericórdia de Deus junto daqueles que vivem nas periferias da existência, porque é aí que Deus se nos revela de modo particular. Dou graças a Deus por todo o bem que Ele tem feito na minha vida e pelas vidas ( as vossas vidas) que colocou na minha vida e que se tornaram luzeiros para que o caminho se fosse fazendo de modo pacificado e com este sentido de entrega, como e sempre um servo inútil, que mais não quer do que amar e servir o seu Senhor. Obrigado por tudo.”

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O Seminário de Leiria congratula-se com o Jorge e dá-lhe os parabéns pelo percurso académico agora findo. Que, “misericordiado” pelo Pai, seja sempre um homem de misericórdia no meio do povo que se prepara para servir.
Parabéns Jorge!

Inverter a marcha ou recalcular a rota?

O Seminário em Família continua a propor os seus encontros de acompanhamento espiritual aos rapazes que se perguntam sobre a vontade de Deus e colocam a hipótese da vocação sacerdotal. Foi o que aconteceu nos dias 22 e 23 de fevereiro: o Rafael, o António, o Carlos e o João, acompanhados pelo padre Manuel Henrique, aceitaram  passar o fim-de-semana no Seminário e refletiram sobre os planos que têm e que Deus tem para as suas vidas.

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«Que sucede quando Deus nos diz para irmos por um lado e nós desobedecemos e vamos por outro?
Vem-me à cabeça uma situação que me aconteceu da última vez que guiei um carro com um GPS falante. Estava numa cidade estrangeira, num bairro cheio de pequenas ruas. A voz disse para eu virar mas eu estava distraído e não virei. Imediatamente recebi a ordem: “Fazer inversão de marcha”. Tentei mas estava um trânsito enorme e não conseguia. “Fazer inversão de marcha”, repetiu a voz. Para além do trânsito havia chuva. Não consegui.inversão de marcha
Continuei em frente, aflito por ter saído fora dos planos e ter estragado tudo. A voz calou-se. O seu silêncio pareceu-me uma eternidade. Eu não sabia sequer onde estava. Então a voz fez-se ouvir de novo e disse algo como “Recalcular rota”. Em poucos segundos um novo trajecto apareceu no mapa do GPS. E a voz voltou ao seu “daqui a 200 metros”, agora segundo o novo trajecto. (E sem o mais ligeiro tom de reprovação!).
E Deus? Tem “planos B”? Ou seja: quando falhamos o caminho, quando seguimos por uma direcção errada, será que Ele tem “planos B” a partir do ponto (errado) em que agora nos encontramos (por culpa nossa)? Recalcula a rota?
Tomo como adquirido que Deus primeiro tenta sempre que façamos inversão de marcha. Mas nem sempre é fácil… Às vezes já não dá, a asneira já fez trajecto. Será que então aí Deus tem uma nova rota?»
Perguntas que não ficarão sem resposta quando se tem a ousadia de escutar!

Capela dos Santos Francisco e Jacinta Marto

A quinta feira, 20 de Fevereiro, dia em que celebramos a memória litúrgica dos Santos Francisco e Jacinta Marto e em que ocorreu também o primeiro centenário da morte da Santa Jacinta, foi o dia escolhido para inaugurar a nova capela do Seminário de Leiria dedicada a estes dois santos.
Foi com enorme alegria que pude participar na celebração de dedicação e bênção da capela, também por ter sido a primeira vez que tomei parte na celebração de dedicação de uma igreja. Foi ainda mais especial porque ela foi dedicada a dois Santos que acompanharam a minha caminhada vocacional de forma muito intensa até Setembro passado, quando entrei no Seminário, sendo modelos e exemplos para me aproximar de Jesus escondido.

Marcou-me também a grande presença de fiéis que se quiseram associar a esta celebração e mostraram o seu amor pelo Seminário, pelos seminarista e pelo presbitério diocesano. Além disso, estas pessoas fazem questão de rezar intensamente por nós, seminaristas, o que também renovou a necessidade de vivermos este caminho com serenidade. Marcou-me ainda o número elevado de sacerdotes presentes na celebração, o que demonstra o seu carinho pelo Seminário onde puderam fazer a sua formação. Neste momento da minha vida, eles são um grande testemunho para mim.
Portanto foi  um dia para dar muitas graças a Deus por todas as pessoas que ele coloca no meu caminho e pedir a intercessão dos Santos Francisco e Jacinta para que o Senhor conceda mais vocações à nossa diocese.

Miguel Francisco, aluno do Tempo Propedêutico

Primeira e última vez

No dia 26 de dezembro, recebemos uma sms no whatsapp: “Bom dia amigos. Em relação a amanhã, propomos: missa às 8h15, seguida de pequeno almoço e saída… É aconselhável levar roupa quente e calçado confortável!!” E assim aconteceu! Mal saímos do portão, alguém perguntou ao Miguel: “Para onde vamos? Para o norte ou para o sul?” “Para o norte!”, respondeu ele, com a convicção que o total desconhecimento do destino já traçado lhe permitia ter. Era a sua primeira vez no passeio de Natal!Serra Estreja - 2
Percorridos muitos quilómetros, por itinerários principais, secundários e até terciários, eis-nos chegados a Seia para almoçar no Museu do Pão e, de seguida, visitar o espaço museológico de inegável interesse.
Terminada a visita, alguém sugere: “Vamos conhecer o CISE!” “Quem?” “Centro de Interpretação da Serra da Estrela”, respondeu o Mister Google. Ao chegar, além de muitas outras curiosidades, tínhamos à nossa espera a Iberolacerta monticola monticola, uma lagarticha pertencente a uma subespécie endémica daquele lugar. É bonita, sim senhor!
E agora, vamos à Torre ver a neve!” À medida que íamos deixando
curvas para trás, crescia a evidência de um belo dia de sol, com temperaturas quase primaverís. Os poucos metros quadrados de neve que restavam nos cantos onde não batia o sol estavam repletos de crianças que quase se atropelavam para escorregar em cima de um pouco de água ainda em estado sólido.

Serra Estrela 2019 - 1Saudada a Senhora da Boa Estrela e feita a foto da praxe, descemos em direção à Covilhã. Em conta-relógio, visitámos ainda os dois pólos do Museu dos Lanifícios: a Real Fábrica de Panos e Real Fábrica Veiga.
Numa mistura de provocação e saudade antecipada, durante a
viagem de regresso, lá fomos recordando ao Jorge, o nosso finalista: “Aproveita, que é a tua última vez!

O semeador saiu a semear…

O lema escolhido para a Semana dos Seminários deste ano é um convite à esperança e à ousadia: «O Senhor não pensa apenas naquilo que tu és mas em tudo aquilo que poderás chegar a ser» (CV 289). De facto, somos chamados a muito mais do que aquilo que os nossos olhos vêm e o nosso coração humano aspira. Deus vê mais longe e mais fundo e, por isso, chama cada um de nós a abraçar horizontes de missão imensamente mais vastos.

Assim sendo, o sucesso das iniciativas vocacionais não se mede nem pelo número de participantes nem pelos resultados imediatos. No entanto, isso não significa que os números não sejam importantes. Eles mostram um pouco do que somos, dizem-nos até onde já chegámos e permitem-nos discernir por onde devemos continuar.
Eis, portanto, em jeito de avaliação, os números da 5ª edição do Seminário em Dia Aberto, realizada nos passados dias 16 e 17 de novembro, com a qual encerrámos a Semana de Oração pelos Seminários:

  • 30 adolescentes do 9ºe 10º ano inscreveram-se para passar o fim-de-semana, chegaram no sábado às 17h e estiveram até domingo às 15h30;
  • 130 pessoas, maioritariamente adolescentes e jovens, participaram nas atividades de domingo, das 9h30 às 15h30;
  • 160 pessoas, das quais 100 adolescentes e jovens, estiveram na Vigília de Oração de Sábado à noite;
  • 170 pessoas, das quais 120 adolescentes e jovens, participaram na Eucaristia de domingo;
  • 9 paróquias inscreveram adolescentes e jovens: Batalha, Azoia, Caxarias, Cruz da Areia, Carvide, Vieira de Leiria, Barosa, Colmeias e Arrabal;
  • 2 grupos de jovens colaboraram na animação dos ateliers: Milagres e Porto de Mós.

O Seminário de Leiria agradece a todos os que ajudaram a concretizar esta iniciativa, tanto pela presença como pela oração.
«O semeador saiu a semear»… (Mc 4, 3)

5º Seminário em Dia Aberto

Vamos realizar a 5ª edição do Seminário em Dia Aberto, no fim-de-semana 16 e 17 de novembro, com a qual pretendemos assinalar o Dia dos Seminários. É uma oportunidade para conhecer a casa, a instituição, os sacerdotes e seminaristas e, acima de tudo, aprofundar a beleza da vocação sacerdotal.

Cartaz

CRISTO PENSA NO QUE PODES VIR A SER (cf CV 279)

De forma especial, convidamos os adolescentes do 9º e 10º ano a vir passar o fim-de-semana connosco. O acolhimento será às 17h30 de Sábado, ao que se seguirá um tempo de aprofundamento do lema “CRISTO PENSA NO QUE PODES VIR A SER” (cf CV 279). Depois do jantar, participaremos na vigília de oração/shemá e terminaremos o dia com um serão de convívio e partilha. A dormida será no Seminário. No domingo participarão nas atividades juntamente com os restantes. Durante todo o tempo, deverão estar acompanhados pelos seus animadores.
Todos os outros (grupos de catequese, desde o 3º ao 10º ano, grupos de jovens, membros dos movimentos, famílias, etc.) chegarão às 9h30 de domingo e terão a manhã ocupada com ateliers sobre temática vocacional. Às 12h30 celebraremos a Eucaristia, à qual se seguirá o almoço partilhado e convívio.
Uma vez que estamos a viver o biénio dedicado aos jovens, teremos grupos de jovens da diocese a dinamizar os trabalhos.
A inscrição é obrigatória e deve fazer-se até ao dia 10 de novembro através do seguinte formulário online: https://forms.gle/KYWL4azJJ7ruiUCY6
Para qualquer dúvida, é favor contactar: fo.seminario@gmail.com; 244832760.

As portas do Seminário estão abertas para ti! Queres vir?